29/10/2021

ANTIGOMOBILISTAS RESGATAM RELÍQUIA.

 OLD CAR LOVERS RESCUE RELIC

Notícias da Itália.

A cidade italiana de Conegliano, ao norte de Veneza, até esse ano ostentava o título de possuir um carro estacionado na rua  por quase 50 anos. O carro em questão era um sedã Lancia - Fulvia 1963,  estacionado na rua Zamboni, desde o ano de 1974. Depois de tanto tempo ali parado na mesma vaga, que tornou-se um ponto de referência no bairro e virou um ícone da cidade.

A HISTÓRIA.

O carro  é um Berline de primeira série 1963 motor 1.0, com quatro portas e  pertence ao sr. Angelo Fregoleni de 94 anos. O sr. Fregoleni, era proprietário de uma banca de revistas e jornais e costumava estacionar o seu carro nas proximidades da banca para facilitar o descarregamento de seus produtos. Até que no ano de 1974, o carro não saiu mais e passou a servir de depósito para o sr. Fregoleni. Com o tempo, veio a inevitável deterioração do veículo e a impossibilidade de voltar a circular..

MUDANÇAS NAS LEIS DE TRÂNSITO.

Com a proibição de estacionar na rua Zamboni, e onde o carro "vivia", instalou-se um debate público entre as autoridades locais, para a retirada daquele ícone ali estacionado.

AÇÃO DE ANTIGOMOBILISTAS.

Com a iniciativa de Giovani Berton, um empresário apaixonado por veículos antigos, e o presidente do clube de carros antigos da cidade Paolo Picco, que se voluntariaram para remover e restaurar o velho Lancia. Em 20 de outubro desse ano, o carro foi rebocado e levado para a cidade de Vincenza onde será restaurado.

O atual governador da região de Veneto, sr. Luca Zaia, declarou em  recente entrevista que lembra muito do carro em seus tempos de escola.


"Não se podia imaginar um futuro melhor para o meu querido Fulvia", disse Angelo Fregoleni o proprietário do carro. 


Como dizem os italianos : "CHI VA PIANO, VA LONTANO".

(Quem vai devagar, vai longe)

A RESTAURAÇÃO

Antes da restauração, o carro será apresentado como está na exposição "AUTO E MOTO d' ÉPOCA", na cidade de Pádua.

Após o trabalho de  restauração, o antigo sedã Fulvia, será levado para o jardim da "ESCOLA ENOLÓGICA DE CERLETTI", onde ficará exposto como um monumento, bem próximo ao local que lhe rendeu a fama.


Esse será o novo visual do carro após a restauração.

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A LANCIA.

A fabricante do LANCIA, obteve muito sucesso nas provas de Rally em toda Europa durante os anos de 1970 até 1990.


O CCARN AGRADECE A SUA VISITA.

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02/10/2021

CCARN - ENCONTRO MENSAL - OUTUBRO DE 2021

 CCARN - MONTHLY MEETING  - OCTOBER 2021

Após essa longa temporada em hibernação, devido a pandemia do COVID  19, o Clube de Carros antigos do Rio Grande do Norte, reinicia os tradicionais encontros mensais. Unindo todas as "tribos" com a proposta de reunir amigos.

    1  - Foto aérea do Largo do Atheneu palco dos nossos encontros.

Museus e encontros dedicados a essa invenção chamada de "automóvel", são verdadeiras CAPSULAS DO TEMPO, pois guardam amostras de tudo que rodou pelo mundo impulsionados por um motor a combustão.  Preservando a cultura de nossa civilização onde podemos contemplar  a interação dos nossos antepassados com essas máquinas incríveis, que passou de um brinquedo para nobres abastados a um objeto indispensável nos dias atuais.

    2 - Visão geral da entrada dos veículos.

    3 - No encontro de hoje, gostaríamos de registrar a visita de um colecionador antigomobilista de São Paulo - SP, o Dr. Aldo Stamm. Como ponto alto de sua coleção na capital paulista, destacamos 06 Mustangs. ( O Dr. Aldo a  direita na foto, ao centro o seu anfitrião, o colecionador Potiguar Dr. Pedro Cavalcanti,)

     4 - Vejamos a seguir  alguns exemplares expostos hoje.


Se as montadoras imaginassem a interação, a  relação de amor e carinho que alguns proprietários tem com seu automóvel, talvez nos fornecessem CERTIDÃO DE NASCIMENTO, ao invés de documento de posse ou nota fiscal.

O CCARN AGRADECE A SUA VISITA.

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16/09/2021

O PAPA FRANCISCO E O CLUBE DE CARROS ANTIGOS DO RIO GRANDE DO NORTE - BRASIL.

    THE POPE  FRANCISCO  AND THE RIO GRANDE DO NORTE VINTAGE CAR CLUB - BRAZIL.


 Você sabia que o CCARN, é o único clube de carros antigos no mundo que tem Sua Santidade o Papa Francisco ( Jorge Mario Bergoglio) como sócio honorário ?


   - Em meados de 2013, a imprensa europeia divulgava a notícia que o Papa Francisco havia ganho de presente de um padre italiano, um carro antigo.  O veículo era um Renault 4 - branco, modelo 1984.  Segundo o diário argentino DIARIO UNO, o padre RENZO ROCCA, pároco de Verona escreveu para o Sumo Pontífice,  oferecendo como presente o seu antigo Renault - 4. Para sua surpresa, em 10 de agosto do mesmo ano, o padre Rocca recebeu uma ligação telefônica do Papa Francisco aceitando o presente. Disse ainda o "Sumo Pontífice", que  quando vivia na Argentina, sua terra natal, costumava dirigir um Renault do mesmo modelo.


- O referido veículo é um RENAULT . 4 - branco, com quatro portas, modelo fabricado em 1984, com 300 mil quilômetros rodados com placas de registro :  VR 779684.




- Segundo o correspondente da BBC na cidade de Roma na Itália, David Willey, os guarda-costas do Pontífice ficaram surpresos quando o Papa Francisco recebeu as chaves do carro e saiu dirigindo no pátio do Vaticano.


- Diante dos fatos, a diretoria do Clube de Carros Antigos do Rio Grande do Norte - CCARN, em 18 de fevereiro de 2014, resolveu, em reunião ordinária e por maioria absoluta, homenagear o Papa Francisco com o título de SÓCIO HONORÁRIO do nosso clube.



- A documentação necessária foi providenciada e enviada, sendo a mesma redigida em seu idioma pátrio, por ter ele  nascido na Argentina onde o idioma oficial é o espanhol.




    - Deus abençoe o CCARN e todos os antigomobilistas do Brasil.

O CCARN AGRADECE A SUA VISITA.

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25/08/2021

GRANDES BRASILEIROS DOS ANOS 60

   GREAT BRAZILIANS FROM 60s

 PARA OS JOVENS DE ESPÍRITO -  UM POUCO DA HISTÓRIA DOS CARROS QUE ENTRARAM  PARA  A NOSSA HISTÓRIA. 


- AERO WILLYS

O Aero Willys foi lançado no Brasil em 1960 e já trazia  as linhas ultrapassadas do modelo americano, mas em 1962, passou por uma reestilização e foi considerado o primeiro projeto genuinamente construído no Brasil. As linhas arredondadas, os cromados, o espaço interno e as grandes dimensões chamavam a atenção. Como não tinha muitos concorrentes, se firmou como o carro de quem tinha posses e como veículo oficial para autoridades.

Todavia, por baixo da estrutura, não existia muita sofisticação pois o Aero Willys usava a estrutura do JEEP portanto, bastante duro e direção pesada.

No final de 1962, em vez de importar um projeto pronto, a Willys resolveu desenvolver um projeto inteiramente brasileiro, abolindo o excesso de curvas, então  vieram as linhas retas. O Aero 2600 foi  montado em uma estrutura própria para carro de passeio.  Em pouco tempo, o carro recebeu o apelido de "Frango Assado".


- AMAZONA

Com o porte avantajado e resistência para encarar maus caminhos, a perua CHEVROLET AMAZONA era utilizada na cidade e no campo. Sim, Amazona sem "s".

Descendente da "Suburban" americana, foi a antecessora da Veraneio em 1964.  Com três filas de bancos revestidos de plástico, transportava oito pessoas ou, sem os bancos de trás, até 650 kg de carga.

A mecânica era velha conhecida da Chevrolet, um motor de seis cilindros, câmbio manual com três velocidades e alavanca no volante. O botão de partida era acionado pelo pé junto ao acelerador. No total foram produzidas 2;626 unidades.


- BRASINCA

Um puro-sangue nervoso, com desenho arrojado e motor de caminhão. Lançado em 1964, o Brasinca 4200 GT  era também conhecido como UIRAPURU. O carro era o máximo em termos de esportivo nacional. Era equipado com um motor de seis cilindros usado em caminhões e utilitários da GM. Carburação "tripla", câmbio de 03 marchas e fazia de 0 a 100km/h em primeira marcha, o que dava a impressão de um fôlego infinito.  O seu carisma aumentou muito quando dois anos após seu lançamento a indústria inglesa lançou o  esportivo Jensen Interceptor, com muita semelhança.

O arrojado desenho do carro, só não levava em conta a meteorologia. Nos dias de chuva, sair do carro era banho na certa. O recorte das portas, avançando na capota, podia até ser bonito, mas pouco prático. O projeto Brasinca desintegrou-se devido aos altos custos de produção. Até o ano de 1967, foram fabricados apenas  77 unidades. Um modelo experimental ( O GAVIÃO) ainda foi projetado para ser usado pela Polícia Rodoviária, com duas metralhadoras embutidas na grande frontal.


- CORCEL

O Ford Corcel, foi a resposta da FORD ao FUSCA. Trouxe como novidade o radiador selado e foi o precursor do "recall" no Brasil. Até 1968, o Fusca praticamente reinava sozinho quando a  Ford apresentou o Corcel.


 O Corcel nasceu do "Projeto M", uma parceria entre a Willys e a Renault na França. O carro chegava com motor e tração na dianteira. Refrigeração a água com radiador selado. Amplo porta-malas e espaço interno. Motivado por um desalinhamento no sistema de direção, que desgastava precocemente os pneus, obrigando a montadora  Ford promover o primeiro "recall" no Brasil, fato  que não afetou as vendas.


 O Corcel teve vida longa. Oferecia classe, conforto  e o seu banco dianteiro inteiriço acomodava bem 03 pessoas. Em sua evolução vieram também a versão "Perua" e o "GT" esportivo.


- DKW BELCAR

 O Pioneirismo em dois tempos. O DKW é considerado o primeiro veículo nacional. Ele começou a ser montado pela Vemag (Veículos e máquinas agrícolas) em 1958, sob licença da DKW, (Auto Union) no bairro do Ipiranga em São Paulo, dois anos depois do lançamento da irmã mais nova a "Vemaguete".

O DKW, é um carro curioso sob vários aspectos. O radiador posicionado atrás do motor, as portas abriam ao contrário (chamadas de suicídio ou deixavê) o escapamento solta um fumacê impressionante. Para abastecer, não bastava pôr gasolina,  o motor de "dois tempos" exigia a adição de um litro de óleo a cada 40 litros de gasolina. O motor com apenas 03 cilindros, possuía 03 bobinas.

Só a partir de 1964, as dobradiças foram para frente, tornando a abertura das portas no sentido convencional. Por causa do motor de dois tempos, era fácil identificar a aproximação de um DKW  pelo cheiro, a fumaça e o inconfundível ronco pó-pó-pó-pó-pó-pó. O câmbio com quatro marchas e a alavanca no volante.

Um trunfo da marca, era sua boa performance nas pistas. Deixou muita saudade. Pegas memoráveis, fosse em circuitos fechados ou nas ruas.


- DKW FISSORE

O DKW FISSORE, foi  o mais bonito da linha DKW . Podia não andar bem, mas fez um sucesso enorme. A Vemag queria : um automóvel luxuoso que sensibilizasse o público mais sofisticado e se encaixasse no chassi já existente. A plataforma do DKW foi enviada para Carrozzerie Fissore em Turim na Itália, para que fosse vestida em "estilo de alta-costura". Em junho de 1964, os carros chegaram às lojas. O motor do Fissore,  sofria de insuficiência cardíaca para tracionar os 1.035 kg de peso do carro.  Para burlar os consumidores o velocímetro foi "envenenado" e chegaram até a diminuir a espessura dos vidros para diminuir o peso total do veículo.

O Fissore  brasileiro, viveu uma grande aventura europeia. Um exemplar enviado para Lisboa, e de lá percorreu 10 países em 45 dias, ostentando a placa Brasileira, na época "Amarela"  e apenas numérica aumentando a curiosidade por onde passava, deixando o rastro de fumaça e o ronco característico do pó-pó-pó-pó do motor de dois tempos.  A última fornada saiu em 1967, totalizando 2.489 unidades produzidas.


- FNM 2000

O FNM 2000 era um  sedã de luxo que tinha o nome de caminhão, porém  tecnologia e sofisticação raras para a época e fazia uma homenagem explicita ao presidente JUSCELINO KUBITSCHEK.  O JK (o carro) tinha origem italiana. Era um alfa Romeo, puro sangue que foi nacionalizado e produzido pela Fábrica Nacional de Motores - FNM, era o FNM 2000. Popularmente se pronunciava "Fenemê".

Entre as características avançadas, citamos o duplo comando de válvulas, bloco do  motor em alumínio, câmbio com cinco marchas, embreagem hidráulica e pneus radiais. As saídas do escapamento por dentro do para-choque era um charme e um  atrativo a mais. Não havia naquele tempo nada semelhante aos carros produzidos aqui no Brasil. Custava o equivalente a duas vezes e meia o valor de um Fusca.

O carro oferecia conforto e requinte interno, com o detalhe do banco dianteiro inteiriço e rebatível que se tornava uma cama, detalhe importantíssimo em um tempo que as liberdades sexuais eram restritas e o automóvel era a grande via de escape. Desempenho também era com ele. O JK, faturou os 3 primeiros lugares nas 24 hs de Interlagos já no ano em que foi lançado. Em 1967, foi lançado o FNM 2000 TIMB e logo depois o modelo esportivo FNM-ONÇA. A honrosa saga do FNM chegou ao fim em 1969.


- VW KARMANN-GHIA

O mais desejado.

O Karmann-Ghia foi produzido como  resultado  de uma  parceria entre a Volkswagen, o fabricante de carrocerias Wilhelm Karmann e o  designer o italiano Luigi Segre do estúdio Ghia.  Foi lançado no Brasil em 1962.  Com visual estiloso, que sugeria esportividade ele não tinha muita pressa, equipado com o singelo motor da Kombi: 1.2 e 36 cv. Em 1967, "o belo passou a ser fera", ganhou um motor 1.500 e em 1970 foi equipado com um motor 1.600, freios a disco na dianteira e uma bitola mais larga na traseira.

Após 23.400 unidades vendidas durante 10 anos de produção o chamado " Karmann-Ghia bolinha" saiu de linha e em 1973 foi lançado o Karmann-Ghia TC.

No  estilo  "Conversível" foram fabricadas apenas 176 unidades e hoje são raríssimos entre os colecionadores.

Nas  pistas preparado com motor PORSCHE marcava presença entre os primeiros colocados nas competições.


- VW  KOMBI

Tem carro que nasceu para carga, outros para levar a família, outros para transporte escolar, outros para fritar e vender pasteis, alguns para acampar etc.  A KOMBI veio para fazer tudo isso e um pouco mais. Seu nome é a abreviação da palavra em alemão que quer dizer "Veículo para uso combinado". KOMBINATIONSFAHRZEUG.


Ela foi lançada no Brasil, no início dos anos 1960, com um motor 1.200  e 36cv, herdado do Fusca. E em sua longa vida foi uma trabalhadora exemplar. Com um espaço interno excepcional acomodando folgadamente nove pessoas com bagagem ou 810 kg de carga.


Atualmente as mais antigas, as chamadas "Corujinhas" estão valorizadíssimas nas mãos de colecionadores e muito cobiçadas pelo público europeu que com o alto poder aquisitivo do Euro estão levando todas que podem daqui do Brasil



- VW SEDAN - FUSCA

Espirito de ousadia.
Quem disse que não existe vida após a morte ? O Fusca morreu e foi ressuscitado. E suas vidas foram  e continuam sendo repletas de histórias, apelidos, carisma e recordes. Não era espaçoso nem era um primor de tecnologia e segurança, mas foi o grande caso de amor sobre rodas. Nenhum carro teve tanto privilégio e rapidamente conquistou todos os brasileiros.


Em 1962, já era disparado líder de vendas no mercado nacional, mesmo com seu motorzinho 1.200 e 36 cv. No ano de 1967, ganhou um  motor 1.300 com 46 cv. Já na década de 1970 veio o motor 1.500 e o 1.600.


O Fusca saiu de linha em 1986, e representava 30% da frota nacional. Mas não foi o fim. Em 1993, a pedido do então presidente da república Itamar Franco, voltou a ser fabricado até o ano de 1998, quando cedeu seu lugar ao VW GOL.


Nas pistas, deu muito trabalho aos seus pares da época. Colecionando memoráveis conquistas.



-  WILLYS INTERLAGOS

Um capítulo a parte. (Se faz necessário respirar fundo para se escrever sobre esse  mito.)

Sua aptidão para corridas estava expressa até no nome (INTERLAGOS). O primeiro esportivo brasileiro teve vida curta, mas foram cinco anos muito bem vividos.

Descendente direto do ALPINE produzido na França, o Interlagos Berlineta foi fabricado no Brasil, sob encomenda, entre os anos de 1961 e 1966.  Extremamente leve, esse valente esportivo brasileiro era capaz de rivalizar com outros esportivos pelo mundo a fora cujos motores tinha quase o dobro de sua capacidade.

Sua altura não passava de 1,22m. Motor traseiro, refrigerado a água e Câmbio com quatro marchas. Bancos anatômicos, volante esportivo e um completo painel com instrumentos de navegação. Em sua curta existência foram fabricados apenas 822 unidades. Seu altíssimo preço no mercado só era atingido por compradores que tinham um poder aquisitivo sem limites.

Esse  sempre foi o meu inatingível sonho de consumo.

Nas pistas foi imortalizado pelo lendário piloto Bird Clemente, os irmãos Fittipaldi entre outros. O grande  e imbatível desempenho do Interlagos nas competições foi o que motivou a criação do PUMA para poder enfrenta-los.

O CCARN AGRADECE A SUA VISITA.

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